DIÁRIO DE CAMPO


07/12/2013
Iniciamos a parte prática do nosso blog, fazendo a divisão do grupo para a visita a campo no bairro a ser pesquisado, Fundinho.
Os integrantes Ana Carolina Dias, Stefánni Leal, Elton Lopes, foram no dia 07 de dezembro, numa manhã de sábado, fazer pesquisas e fotografias, da Biblioteca Municipal, Museu Municipal e das ruas do bairro.
Fomos colher dados históricos, sobre a formação daquele lugar, na Biblioteca Municipal, e Museu Municipal obtemos a autorização de entrada após a conferência de nossas ID Acadêmicas, explicamos a cada um o objetivo de nosso trabalho, que além de conhecermos a cultura do bairro, queríamos também divulgar esses locais para os moradores de Uberlândia, eles nos receberam muito bem, andaram conosco pelo espaço e contaram um pouco da história que pode ser vista no blog, os ambientes estavam bem limpos e agradáveis, assim como as ruas do bairro sempre bem limpas e organizadas, até víamos aquelas lixeiras grandes na beira da praça, e vários moradores, principalmente idosos nas praças conversando, tiramos várias fotos do interior e exterior da biblioteca, assim como das praças, ouvimos as histórias que nos contavam, ainda fizemos uma entrevista com o Sr Forindo, um senhor muito educado, mais ao mesmo tempo de pouca prosa, que nos contou brevemente sobre a Praça Coronel Carneiro, colhemos bastante informação e notamos também que no bairro existem muitas lojas e brechós de luxo. Por volta das 12:40h terminamos a primeira pesquisa de campo, a integrante Thamires Cândido ficou responsável pelas edições e postagens das pesquisas, desse modo foi feito, na tarde do dia sete já haviam postagens no nosso blog.        

10/01/2014 Na sexta feira, durante a tarde, separamos o grupo em dois, exceto a integrante Amanda Reis, que não pôde ir no dia. Ambos fomos pesquisar os comerciantes do bairro, pesquisamos também a Oficina da Cultura e Casa da Cultura. Cada grupo foi para um lado, levamos máquinas para tirar fotos e gravamos algumas entrevistas com a devida autorização do entrevistado. Tivemos dificuldades nas entrevistas com os comerciantes, proprietários, pois a maioria não se encontrava no local, e também nos sentíamos intimidados por algumas lojas, a maioria das lojas do bairro é de roupas e acessórios, lojas e boutiques muito chiques e bem posicionadas, dentre as entrevistas que fizemos, algumas não contribuíram muito, teve pessoas que transpareceu não querer falar muito com a gente, mas dentre elas tivemos duas entrevistas de muita importância como a Centenariu’s Modernos, uma loja muito chique de artigos antigos e luxuosos, o proprietário nos recebeu muito bem, foi nos mostrando sua loja e contando de onde vem seus artigos e também nos mostrou seu ponto de vista sobre o bairro, também pesquisamos a Madame Imperial, uma loja de roupas e acessórios muito refinada, a dona da loja foi muitíssimo educada, nos ofereceu alguma bebida, sentamos num sofá e ela sentou conosco e nos contou sobre sua loja, a sua percepção do bairro, ela foi muito clara conosco. Notamos nos entrevistados uma postura muito correta, até o modo de falar deles, por exemplo em comparação a algumas pessoas de lojas do centro é bem mais refinada, a maneira como eles recebem os clientes, na Madame Imperial, por exemplo, os clientes são tratados como amigos íntimos, os ambientes das lojas são sempre bem personalizados e com um ar de muita elegância e sofisticação, assim como o bairro sempre com suas praças e ruas muito limpas, as pessoas que andam por ali estão sempre bem vestidas, durante as entrevistas nas lojas, víamos algumas mulheres de uns 30 a 40 anos, assim como alguns adolescentes, muito bem vestidos com roupas e acessórios de grife, haviam sempre carros grandes e de luxo estacionados nas ruas.

17/01/2014 A Amanda Reis ficou responsável por pesquisar um pouco sobre a culinária do bairro, já que ela não pôde ir na última pesquisa de campo, como a maioria dos restaurantes e bares do bairro só abrem durante a noite, ela foi durante este período, tirou fotos, conversou com algumas pessoas, do Casarão um restaurante muito chique do bairro, o Mexicali de pratos mexicanos, entre outros.
Juntamos todos os matérias pesquisados e cada um ficou responsável por um tema, que era enviado para a Thamires, no qual eram feitas as devidas mudanças e postadas no blog.


ENTREVISTA LOJA: CENTENARIUN’S MODERNOS


Realizamos uma entrevista com o proprietário Gilson Pacheco da loja Centenariuns, localizada na Rua Bernardo Guimarães, número 345, no bairro Fundinho. Uma loja muito sofisticada, agradável, e cheia de peças nobres, que carregam em si histórias surpreendentes e de grande qualidade. A loja está há 12 anos no local, desde o ano de 2004, o proprietário começou nos explicando que ele trabalha com peças antigas de decoração, que desperta o interesse de diversos tipos de compradores desde aqueles que querem inovar com criatividade e beleza algum lugar de suas casas como alguns colecionadores. A loja tem uma variedade muito rica de peças desde pequenas bonecas de porcelana a pinturas fenomenais e peças de móveis, vale aqui destacar que cada um dos produtos oferecidos pela loja traz consigo uma singularidade e uma bela história pra contar. A Centenariuns atende diversos tipos de público, compradores locais, pessoas de outras cidades, estados e até países, além de algumas celebridades.
Começamos a entrevista questionando o Gilson sobre o porquê de ele ter escolhido o bairro Fundinho para estabelecer sua empresa. Ele nos explicou que não escolheu propriamente o bairro pra montar seu negócio, mas que ali surgiu um ponto que despertou o seu interesse. Devido ao fato de ele ter percebido que na época o bairro tinha tendência para o lado comercial e ter uma boa concentração de lojas diversas. Ele teve a oportunidade de adquirir o imóvel surgiu através de uma amiga que era a dona do mesmo, não tendo dificuldade em fechar negócio, assim que ele soube que ela colocou o local á venda ele deu sua oferta e realizou a compra. 
Perguntamos a ele o que ele tinha a nos dizer sobre o bairro do ponto de vista comercial. Ele disse que fora dos Shoppings, do centro e do bairro Altamira, o bairro é um excelente local para ter uma loja, independente do gênero, ou do público-alvo, um lugar muito seguro, e tranquilo pra se viver, acrescentando a informação de que além de ter o seu negócio no bairro também mora lá no mesmo tempo. Porém nos relatou que ultimamente as lojas não tem tido mais o mesmo fluxo de clientes que tinha há um tempo atrás, e que alguns proprietários até desistiram do local e foram para outros lugares. Mas que isso não o desanimava, pois sua loja é conhecida e muito dos seus clientes já vem de fora. 
Questionamos se ele achava que o fato de alguns dos principais pontos culturais da cidade estar localizados no bairro o dava alguma vantagem. Ele respondeu que não via influência alguma nisso, e que esses locais não ofereciam nenhum movimento a ele, e que apesar de Uberlândia ser uma metrópole, as pessoas saem de suas casas e vão aos locais de seu interesse independente da distância. O que era o caso dos seus clientes. Finalizamos a entrevista perguntando se ele considerava o bairro um bom lugar pra se viver. Ele nos contou que era um tanto suspeito pra falar, por estar ali todos esses anos. Disse que gostava muito do lugar, e que mesmo com o barulho das ruas, principalmente de madrugada nos finais de semana, com alguns motoristas mal-educados exibindo seus sons automotivos no último volume. Disse que como em toda cidade grande existe uma insegurança no geral, e acrescentou que existe policiamento no bairro, mas que esse ainda era pouco. Disse que seria muito bom se existisse um monitoramento de câmeras de segurança na cidade, e especialmente no bairro Fundinho em cada esquina, por ali ter uma grande concentração de lojas nobres.
O proprietário da loja foi muito simpático e hospitaleiro com a gente, respondeu com atenção todas as nossas perguntas e no final da entrevista ainda nos levou para conhecer toda a loja e nos contou muitas histórias sobre algumas de suas peças.









UM POUCO DA CULINÁRIA...

Olá Pessoal selecionei para vocês algumas sugestões dos melhores lugares do bairro Fundinho para um almoço, jantar, um happy hour com os amigos, que tal?!
Pois é também na culinária que se refletem os costumes de um povo que também se refletem em outros aspectos culturais como as religiões e a política. Vemos então varias culturas em um só bairro!

Casarão Grill
Praça Coronel Carneiro, 52 - Centro - Uberlândia/MG | (34) 3235-0528

Com cardápio variado, a casa oferece ao público diversidade de pratos, de refinados aos tradicionais, a palavra de ordem é sabor. As refeições ficam expostas em dois grandes ambientes, oferecendo aos clientes à escolha dos alimentos que mais lhe agradam, além desse dinamismo há uma churrasqueira que serve os grelhados e assados.

 Mexicali Cocina Mexicana
Rua Tiradentes, 66 | B. Fundinho | (34) 3210-4544

Restaurante de comida típica Mexicana, o Mexicali está no mais famoso destino gastronômico de Uberlândia, o bairro Fundinho. O nome é derivado das palavras México e Califórnia, e é a cidade capital do estado da Baixa Califórnia, no México. Localizado em um antigo casarão de arquitetura espanhola, o restaurante preza pela decoração detalhada, com referências a grandes ícones da cultura mexicana como Pancho Villa, Guadalupe, Zapata e Frida Khalo. Todos os ambientes têm uma orientação tex-mex, proporcionando uma experiência ainda maior de imersão cultural. 

Miraku
Rua Coronel Manoel Alves, 23 | B. Fundinho | Uberlândia | (34) 3235-1358 
Site: www.miraku.com.br


O Miraku é o restaurante japonês mais tradicional e está instalado no Bairro Fundinho, também um dos mais tradicionais de Uberlândia. O restaurante familiar de comida japonesa, Miraku, reúne receitas originais do Japão e a formação do Chefe Franco em Tókio. Seguindo as regras peculiares do preparo artesanal dos pratos, o ambiente nos leva a uma viagem de aroma, decoração e sabor.

 Beijos ate o próximo post !
Amanda dos Reis

ENTREVISTA LOJA: VILLA DA ARTE

www.villadaarteartesanato.com.br
Rua: Felisberto Carrijo, 383 - B. Fundinho.
Contato: 34 3217-2473


A proprietária do local não estava, mais conversamos com uma funcionária que nos disse que a dona do negócio mora no bairro mesmo, e ela ensina artesanato e resolveu montar a loja no próprio bairro em que mora, e que a loja é bem vista no bairro por ele ter seus patrimônios históricos e as lojas chiques conhecidas. A loja tem muitas coisas de artesanatos legais, tanto para decorar a casa e para quartos de crianças, achei tudo muito lindo!

ENTREVISTA LOJA: GR. OUTLET Roupas & Acessórios

Rua Tiradentes, 139 - B. Fundinho
Facebook: Importsgr mercadorias
Email: groutlet139@gmail.com
Contato: 34 9213-2545

Entrevista realizada com Gustavo proprietário da Gr. Outlet, sua loja está localizada na rua Tiradentes, 139 – B. Fundinho, fomos muito bem recebidos, gostaria de agradecer aqui ao Gustavo, sua loja é de roupas e acessórios de marca, ela tem apenas 5 meses, mas a dois anos ele já trabalhava por uma página no facebook, o proprietário não é do bairro, então o questionamos o porquê ele abriu a loja no Fundinho, ele nos disse que ali é um bairro onde as pessoas são diferentes das que vão no centro por exemplo, são clientes de maior poder aquisitivo que gostam de comprar roupas e acessórios de marca.

Abaixo segue foto que tiramos da loja.

ENTREVISTA LOJA: MADAME IMPERIAL

www.madameimperial.com.br
atendimento@madameimperial.com.br
facebook: /madameimperial
Instagram: @madameimperial
contato: (34) 3214-0464
Praça Cícero Macedo, 03 - B. Fundinho - Uberlândia

Realizamos uma entrevista com a proprietária Renata da loja Madame Imperial, loja localizada na praça Cícero Macedo, 03 – bairro Fundinho, uma loja muito sofisticada, confortável, com um ar muito elegante, e cheia de coisas lindíssimas e de qualidade. A loja tem apenas 3 meses no local, porém a proprietária carrega uma bagagem de experiência profissional de 6 anos, ela começou nos explicando que a Madame Imperial trabalha não somente com roupas, mas também com acessórios da linha Tatá Ribeiro, e alguns produtos para perfumar a casa, ela atende mais especificamente ao público de 30 a 40 anos, que são mulheres maduras, bem de vida, que gostam de viajar e ir na loja dela não só para comprar, mas para conversar com elas, mas ela pretende atingir ao público de 20 a 30 anos que são pessoas jovens, que gostam de ir pra balada, e o diferencial da Madame Imperial é que sempre tem uma das proprietárias presentes na loja, para manter uma relação mais informal com a cliente e melhor atende-la.
Então a questionamos exatamente, o porquê dela abrir a loja no bairro Fundinho? Ela começou explicando que tinha uma outra loja antes da Madame Imperial que ainda é uma bebê, e essa loja que era localizada mais na região do centro, ela também trabalhava com roupas, mas que pelo fato da loja estar localizada no centro, por lá passam desde pessoas bem financeiramente a pessoas de renda mais baixa, principalmente pedestres que ficam andando mais pelo centro, desta forma entravam pessoas na loja dela que as vezes não podiam pagar pelos produtos que ela oferecia, e que seus produtos não tinham o mesmo reconhecimento que tem agora na Madame Imperial, porque no bairro Fundinho estão localizadas grifes de marca, lojas importantíssimas, dentre elas a “Sweet Baby”  que fica ao lado de sua loja e também porque ali ela consegue oferecer um espaço maior. Uma coisa bem importante que ela nos disse é que geralmente as pessoas que frequentam o Fundinho, gostam de estacionar o carro em uma rua, e sair andando em família pelo bairro, entrando nas lojas, indo nas praças que tem no bairro, muitas vezes o marido vai no “Titões” que é um espetinho bem conhecido que fica na mesma praça que a Madame Imperial, e a mulher passa na Madame Imperial para dar uma olhada nas roupas e acessórios que vê na vitrine e como o bairro tem vários pontos patrimoniais ela nos disse que isso dá um certo charme ao bairro. Então a Madame Imperial no bairro Fundinho tem clientes importantes e fiéis e uma preocupação não só para as pessoas que ali frequentam mas também para os comerciantes principalmente, é que o bairro tem muita falta de segurança, assim que a Renata abriu a Madame Imperial roubaram sua loja, ela teve que reforçar a segurança do local, e nos disse que como o bairro é conhecido por ser nobre e as pessoas que geralmente frequentam ali são pessoas bem de vida, os ladrões ficam mais atentos ali. A entrevistada também acrescentou que se observarmos tem muitas lojas com pouco tempo de inauguração, pois a maioria não consegue se manter muito tempo no bairro, porque geralmente os alugueis são muito caros, e muitas vezes as pessoas de fora pensam que os comerciantes são muito bem financeiramente, mas que nem sempre é assim, porque o público “A” de Uberlândia, que realmente tem dinheiro, eles não gastam aqui em Uberlândia, mais sim em São Paulo e em outros países, principalmente pelo fato deles terem poder aquisitivo para viagens no exterior e compram, neste caso, roupas e acessórios bem mais baratos.
A nossa entrevista foi finalizada com uma novidade bem legal da Madame Imperial, que é um projeto de abrir uma cafeteria ao lado da loja, para atender melhor ainda a suas clientes e agregar mais valor à loja.

Abaixo segue algumas fotos que tiramos da fachada da loja.






IGREJA DE NOSSA SENHORA DAS DORES


A Igreja de Nossa Senhora das Dores tem sua história vinculada à criação do Colégio Ressurreição Nossa Senhora, a primeira instituição religiosa de ensino do município de Uberlândia. Sua construção se deu na primeira  metade do século XX, pela Madre Maria Villac, uma jovem campineira de 19 anos que tinha como propósito para sua vida servir a Deus em uma congregação na Bélgica. Com o advento da primeira Guerra Mundial, Maria Villac não pôde sair do país, permanecendo em Campinas. Desta forma, reuniu um grupo de moças da cidade que inicialmente a procurava para receber orientações espirituais, mas também com o mesmo propósito de servir a Deus e ao próximo. O trabalho das Missionárias iniciou-se com os centros de catequese nos bairros periféricos de Campinas, onde trabalhavam com as famílias pobres.



Em novembro de 1931, chegam a Uberlândia a Madre Maria Villac, fundadora da Congregação e as Irmãs Josefina Maria do Coração Chagado de Jesus e Amália de Jesus Flagelado, conhecida no âmbito religioso por ter vislumbrado Nossa Senhora das Lágrimas, ficando hospedadas na residência do Sr. Arlindo Teixeira.
Após uma criteriosa avaliação do local e atendendo às solicitações das famílias católicas, as Irmãs consideraram a idéia de abrir um colégio religioso na localidade como um projeto viável e que deveria se realizar o mais breve possível. Em 3 defestividade na Estação Mogiana. Instalaram-se numa casa que ficava na esquina da Rua Vigário Dantas com a Rua Marechal Deodoro e sete dias depois da chegada das Irmãs, na data que a igreja católica comemora o dia de Nossa Senhora de Lourdes, foi fundado, então, o Colégio Nossa Senhora das Lágrimas. AIgreja de Nossa Senhora das Dores foi construída inicialmente para abrigar a Capela do Colégio Nossa Senhora das Lágrimas que funcionava de forma improvisada no auditório da instituição. Em 1935, houve o reconhecimento oficial do Colégio como instituição de ensino e o lançamento da pedra fundamental da Capela que ocorreu em 17 de julho de 1936. Em outubro do mesmo ano, foram demarcados os alicerces e, a partir daí, foram intensos os trabalhos e esforços das irmãs para a construção da Capela.Construída, em 1936, meados do século XX, apresenta partido arquitetônico retangular com três volumes.
A mesa do altar é em granito preto. A Igreja, além de suas características arquitetônicas ecléticas, constitui um elemento que se torna um marco no contexto do bairro Fundinho fazendo parte da história e características do local, onde tinha essa predominância de casarões ecléticos construídos no início do século XX e, que aos poucos, foram sendo substituídos, em sua maioria, por arranha-céus.

A comunidade sempre teve uma relação muito forte com a mesma, tendo inclusive participado ativamente das campanhas promovidas pelas irmãs para arrecadação de verbas para sua construção. Prova desta interação está no interior da capela onde nos vitrais que ornamentam suas paredes laterais encontram-se registrado os nomes de algumas famílias que contribuíram, de alguma forma, para a sua construção. Quando em 1969, a Capela foi elevada à condição de Paróquia de Nossa Senhora das Dores esta relação com a comunidade ficou mais forte, uma vez que as atividades religiosas antes destinadas em sua maioria aos estudantes do colégio foram extensivas à toda comunidade local.

Atualmente, a Paróquia que é coordenada pelo Padre Edvaldo Pereira de Souza promove atividades religiosas diariamente com a realização de missas, novenas, terços, dentre outras, além da festa de Nossa Senhora das Dores, comemorada no mês de setembro, quando são realizadas procissões, novenas, quermesses e a coroação de Nossa Senhora, envolvendo toda comunidade católica.




Espero que tenham gostado de saber um pouquinho sobre a historia da igreja e sobre o vinculo que ela tem com a sua comunidade.
Beijos.

Por: Amanda dos Reis